Leilão Bidspirit | GROTIUS (Hugo). DE JURE Belli
GROTIUS (Hugo). DE JURE Belli ac Pacis Libri Tres. Lausannæ. 1751 - GROTIUS (Hugo) DE JURE Belli ac Pacis Libri Tres . Cum annotatis auctoris, nex non J.F. Gronocii Notis, & J. Barbeyracii Animadversionibus; Commentariis in super locupletissimis Henr. L. B. de Cocceii Sacræ Regiæ Majestati Borussicæ quondam a consiliis secretioribus, sub titulo Grotii Illustrati antea editis, nunc ad calcem cujusque Capitis adjectis: Insertis quoque observationibus Samuelis L.B. de Cocceii [...] Adduntur tandem ipsius Grotii Dissertatio de Mari Libero, Ac Libellus singularis de Æquitate, Indulgetia et Facilitate. Lausannæ: Sumptibus Marci-Michaelis Bousquet, & Sociorum, 1751. 5 v.; [6], LXIV, 104, 396 pp., 1 ret.; [2], 732 pp.; [2], 690 pp., 1 ret.; XX [2 primeiras em br.], 638 pp.; XX, 704 pp.; 250 mm. Encadernações inteiras de pele da época; corte das folhas carminado; manchas de água e alguns cortes de traça marginais, especialmente no volume 1 e 3. Edição de Lausanne de 1751 da obra fundamental de Hugo Grotius, De Jure Belli ac Pacis , texto fundador do direito internacional moderno e marco do pensamento jurídico e político europeu. Publicado originalmente em Paris em 1625, De Jure Belli ac Pacis Libri Tres (Dos Três Livros sobre o Direito da Guerra e da Paz) representa uma tentativa pioneira de sistematizar os princípios universais do direito natural aplicáveis às relações entre Estados. Grotius (1583–1645), jurista, teólogo e diplomata neerlandês, argumenta que a guerra deve ser regida por normas racionais e morais, mesmo entre nações soberanas — estabelecendo assim os alicerces para o desenvolvimento do direito das gentes ( jus gentium ). A presente edição de 1751 atesta a difusão contínua e a importância duradoura da obra ao longo do século XVIII, sendo valorizada tanto por juristas como por estudiosos da teoria política e da filosofia moral.