Leilão Bidspirit | [MANUSCRITO - PROVISÃO RÉGIA]. PROVISÃO
[MANUSCRITO - PROVISÃO RÉGIA]. PROVISÃO Régia de D. João V. Lisboa. 1718. - [MANUSCRITO - PROVISÃO RÉGIA] PROVISÃO Régia de D. João V . Provisão régia de D. João V concedendo o hábito da Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo, com tença de doze mil réis anuais efectivos, a Diego de Gouvea Coutinho e Castro, filho de Gabriel de Freitas Malheiro, natural da vila de Viana, Capitão de Infantaria. Lisboa, 1718. Lisboa, 1718. manuscrito sobre pergaminho; 2 ff. (bi-fólio); 340 mm. Provisão régia de D. João V, lavrada em Lisboa em 1718, concedendo o hábito da Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo, com tença de doze mil réis anuais efectivos em vida de Sua Majestade, a Diego de Gouvea Coutinho e Castro, filho de Gabriel de Freitas Malheiro, natural da vila de Viana. O documento abre com a fórmula de intitulação régia completa: «Dom João por graça de Deus Rey de Portugal e dos Algarves daquém e dalém mar em Africa Senhor de Guiné e da Conquista Navegação Comércio de Etiópia Arábia Pérsia e da India &c. Como Governador e perpétuo Administrador e Mestre dos Mestrados das Ordens de Milícia de Nosso Senhor Jesus Cristo...». A provisão fundamenta a mercê nos serviços militares prestados pelo beneficiário, com referência à sua participação em campanhas nas Províncias do Minho, Beira e Catalunha, ao serviço da Infantaria, e ao seu comportamento valoroso. A tença de doze mil réis anuais é descontada dos quarenta mil réis depositados com o dito hábito, devendo os restantes vinte e oito mil réis ser lançados nos livros dos Almoxarifados do Reino. O documento registou entrada na chancelaria régia a 19 de Outubro de 1718, com anotações marginais de vários oficiais, e foi assinado «El Rey». Documento de interesse para a história militar e institucional portuguesa do reinado de D. João V, e para a genealogia das famílias Gouvea Coutinho e Freitas Malheiro. Invulgar.